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 Entrevista na Roadie Crew

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Carol

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PostSubject: Entrevista na Roadie Crew   Fri 11 Apr 2008 - 16:33

HELLOWEEN -
Entrevista com Michael Weikath (Roadie Crew - 4/2008)


“Ser uma banda de rock não basta. O Helloween é Heavy!”

Por Thiago Sarkis


Vinte anos se passaram desde o lançamento de Keeper Of The
Seven Keys II (1988), e da saída de Kai Hansen do Helloween. Os fãs, até hoje,
não esquecem nem um nem o outro. Há aqueles que saúdam os trabalhos recentes do
grupo germânico, dentre os quais o novo álbum, Gambling With The Devil (2007),
sucesso de críticas em todo o mundo. Por outro lado praticamente inexistem
admiradores de Heavy e Power Metal que questionem a década de oitenta do
conjunto alemão, especialmente, é claro, os lendários Keepers.
Independentemente dos favoritos do público, chega a hora de transformar o bom
em algo ainda melhor. Pivô das desavenças com Hansen, Michael Weikath
(guitarra) declara trégua, afirma ser “tempo de paz”, e se encaminha para mais
uma excursão pelo Brasil, onde, acompanhado por Andi Deris (vocal), Sascha
Gerstner (guitarra), Markus Grosskopf (baixo) e Dani Löble (bateria),
apresentará o mais recente lançamento do Helloween e tocará ao lado do Gamma
Ray, banda liderada por seu ex-companheiro e desafeto. Veja na seqüência o que
ele nos revelou sobre o disco atual e as expectativas para as datas
sul-americanas da “Hellish Rock Tour”.



Li alguns comentários do guitarrista Sascha Gerstner falando
que o novo álbum foi basicamente composto a distância, por vezes usando
softwares como Skype e similares. O que você tem a nos dizer sobre este
processo, e a experiência de trabalhar dessa forma?


Michael Weikath: Bem, isso não era algo que imaginávamos
fazer quando iniciamos nossa carreira (risos). As coisas mudaram muito, não?
Skype e outros softwares nem sonhavam em existir naquela época. A verdade é que
este método que utilizamos foi levado ao extremo em Gambling With The
Devil. No entanto, não chega a ser uma novidade para nós. Trabalhamos
praticamente da mesma maneira quando lançamos Metal Jukebox, álbum para o qual
gravamos todas as faixas separadamente. Foram experiências boas, produtivas, e
diferentes do que vivemos em The Dark Ride.
Também não nos reunimos frequentemente na composição daquele disco, porém, por
outras razões.

Os conflitos internos que a banda vivia à época, certo?

Michael: Exatamente. Não havia como estarmos juntos por
muito tempo devido a todos os problemas internos e de egos que enfrentávamos. Em Gambling With The
Devil , apesar da distância, foi diferente. Espero que os fãs não encham suas
cabeças ou fiquem pensando coisas como: ‘ah, a minha banda, o Helloween, já não
ensaia, e deixou de ser o que eu imaginava e desejava’. Às vezes, utilizar
métodos tradicionais é desnecessário para um grupo experiente. Cada um de nós
simplesmente prepara suas demos com o material que escreve, ou com aquilo que
desenvolve após ouvir as idéias dos outros integrantes. Os resultados são excelentes.


Houve alguma razão especial para vocês decidirem adotar essa
metodologia de trabalho?


Michael: A turnê de Keeper Of The Seven Keys – The Legacy
foi muito longa, e quando retornamos para nossas casas, já era hora de compor
um novo álbum. Eu demorei um pouco para finalizar as cinco faixas nas quais
comecei a trabalhar, mas felizmente contei com colaborações especiais de Sascha
Gerstner, Andi Deris e Markus Grosskopf. Eles escreveram ótimas músicas, e
riffs e linhas melódicas marcantes que aparecem em Gambling With The
Devil. Escolhemos o que surgiu de melhor durante o processo de composição, e
colocamos no disco. Há material que não foi lançado no CD, e que ainda pode ser
aproveitado se desenvolvido com cuidado e atenção.

Quais foram as funções assumidas por cada um na elaboração
deste novo álbum?


Michael: É curioso que neste álbum não ocorreram muitas
mudanças entre os rascunhos originais e as composições finalizadas. No geral, a
função de cada um de nós foi complementar aquilo que o compositor original das
músicas trazia. Sascha fez um papel interessante, colaborando com todos,
adicionando idéias aqui e ali. Acredito que tivemos a felicidade de encontrar
dois integrantes, Andi e Markus, em momentos muito inspirados também. Acho que
as melhores faixas que eles já prepararam para o Helloween estão em Gambling With The
Devil. Dani Löble também teve certo espaço para criar, já que as partes de
bateria foram gravadas de forma direta, praticamente ao vivo em estúdio com os
vocais e as guitarras.

As gravações, então, foram feitas em grupo, e não
separadamente, como parece ter sido o caso de Metal Jukebox.

Michael:
Você pegou a idéia, e esta união nas gravações foi
um fator importante para o êxito do álbum. Soubemos aproveitar o tempo que
tivemos juntos e conseguimos, com a colaboração do produtor Charlie Bauerfeind,
dar um som vibrante e orgânico ás composições. Não prolongamos as coisas.
Fizemos o básico, colocamos nossos corações em cada passagem, harmonia, solo de
guitarra, e assim finalizamos todas as faixas. Com o tempo e a experiência dos
anos de estrada, a gente aprende a lidar com a pressão de estar em estúdio. Além da
responsabilidade para com os fãs, há as questões financeiras, já que é preciso
investimento alto para agendar um bom lugar com profissionais qualificados e
equipamentos de última geração. Essas coisas realmente não são baratas. Então,
passamos a valorizar as formas de expressão naturais de cada integrante nas
músicas. Seguimos determinados padrões, e prestamos atenção aos detalhes, mas
não nos prendemos totalmente a eles. O instintivo, frequentemente, rende melhor
que o minucioso. Gambling With The Devil prova isso.

O que o título deste álbum diz a você? Qual o significado
dado a ele pela banda?

Michael:
Nós tivemos dois centros de referência diferentes
para o título do álbum. Um foi a dualidade do ser humano e da sociedade da qual
falamos em Occasion Avenue.
O outro ponto parte do princípio que você é seduzido pelo
mal, e diariamente faz escolhas e assume os riscos dos caminhos que decide
tomar. No final das contas, cada um sabe o que procurou para se tornar uma
pessoa boa ou má.

Isso não é apenas mais uma representação da leitura
tradicional e já muito explorada da dualidade entre o bem e o mal?

Michael:
Por um lado, sim. Por outro, não. Todos nós vivemos
os dois lados da moeda e nos divertimos, às vezes, com o que é considerado o
‘mal’. É um jogo, como este que está representado na capa. Você arrisca, e lida
diariamente com as conseqüências de suas apostas. Em alguns momentos, talvez,
algo mágico, místico, pode mudar a direção das coisas. Provavelmente em outras
dimensões. Porém, não compreendemos e alcançamos isso. Aí já seria um tópico
para séries como ‘Além da Imaginação’ ou ‘Arquivo-X’ (risos).

Raras vezes ouvimos o Helloween soar tão pesado como em Gambling With The
Devil. De onde veio a inspiração para este peso?

Michael:
É o resultado do encontro das diferentes
influências que formam as personalidades dos integrantes do grupo. Hei de
destacar que temos hoje Sascha Gerstner, um cara mais jovem, ex-membro do
Freedom Call, e de diversas bandas que faziam covers de todos os tipos de
música pesada. Além de Blind Guardian e Helloween, sei que alguns desses
antigos conjuntos dele tocavam Crossover, Hardcore, Grindcore, Heavy e Thrash Metal.
Às vezes ele traz algumas coisas que simplesmente não suporto escutar
(risos).Aí fica aquela insistência: ‘vá lá, dê uma chance. Ouça isso, é
ótimo!’. Acabo curtindo alguns grupos e faixas, pois, independentemente do
estilo, sempre há a possibilidade de encontrarmos bons guitarristas,
bateristas, baixistas. Os vocais não me agradam, não adianta (risos).

Sascha parece ter hoje bastante influência em tudo que o
Helloween faz.

Michael:
Certamente. Ele representa uma nova geração cheia
de idéias diferentes, e há muitas coisas boas que podemos aproveitar disso nas
músicas do Helloween. Andi também é inspirado por bandas pesadas, mais
melancólicas, sombrias. Acho que é deles, em especial, que pegamos esse peso de
Gambling With The Devil. Abrimos portas e horizontes para o nosso som, e
estamos curtindo bastante tudo isso.

Você diria que, apesar de gostar do som deste novo álbum,
ainda prefere o Helloween tradicional, aquele mais Power e, às vezes, Speed
Metal?

Michael:
Esse estilo mais pesado é bom o bastante pra mim, e
não sei se prefiro o que fazíamos antes. São coisas diferentes e curto ambas.
No mínimo, é melhor do que quase nos tornamos um grupo Pop como em Chameleon. Aquilo
foi horrível, um péssimo momento para nós. Pra mim, ser uma banda de Rock não
basta. O Helloween é Heavy! Escrever músicas acessíveis de vez em quando, como
Mrs. God, tudo bem, mas este é o limite em termos comerciais.

Entendo o que você diz, mas é curioso ouvi-lo falar isso,
pois eu sempre soube de sua admiração por Rock tradicional, das antigas.

Michael:
Isso é verdade. Tenho quarenta e cinco anos, gosto
de ser um músico de Rock ‘N’ Roll, e várias das minhas raízes vêm dos clássicos
do estilo. Porém, a maneira como compreendo o Helloween é outra. Somos uma
banda de Heavy Metal. Podemos não ser os melhores. Há guitarristas que me
superam. Tudo bem. O importante, no final das contas, pelo menos pra mim, é
fazermos um som pesado, além do Rock.


Há outra coisa que me intriga. Você já expressou inúmeras
vezes o desgosto que teve com The Dark Ride. Porém, para muitas pessoas, e me
incluo aí, Gambling With The Devil é, estilisticamente, uma continuação daquilo
que havia começado naquele álbum.

Michael:
Você não mede palavras. Gosto de conversar assim
(risos). Muita gente tem este mesmo pensamento, mas poucos ousam dizer. Na
verdade, também acho que Gambling With The Devil é como uma continuação de The
Dark Ride. A diferença é que nos aprimoramos. Minha crítica a Roland é que
estávamos fazendo um estilo que os americanos praticavam em um nível superior
ao nosso, e produzindo riffs banais que qualquer garoto iniciante conseguia
tocar em segundos. Ele
zombava, e hoje pode até dizer que sou um compositor velho e gordo do Heavy
Metal tradicional (risos). Tudo bem, mas escrevo as músicas corretamente. A
mensagem aos fãs do Helloween é: vocês querem The Dark Ride? Então comprem
Gambling With The Devil, pois é assim que The Dark Ride deveria soar (risos).

Há grandes diferenças entre Gambling With The Devil e Keeper Of The Seven Keys – The
Legacy. Como vocês trabalharam essas mudanças em tão curto espaço de
tempo, e de um álbum para outro?

Michael:
Apesar de ser moderno, Keeper Of The Seven Keys –
The Legacy contém muitas coisas oitentistas. Nós tínhamos consciência de que
seria assim, já que queríamos fazer referência àquela época, e provar para as
pessoas que ainda somos capazes de compormos algo no mesmo nível das duas
primeiras partes dos Keepers. Sabíamos que o álbum seguinte soaria diferente e,
provavelmente, mais pesado. É o que aconteceu. Acho que a atual formação ganhou
segurança e ficou mais consistente com a última turnê. Logo, as mudanças
ocorreram naturalmente. Não foi difícil, pois estávamos preparados.

Foram mencionadas anteriormente música que não desafiavam
jovens guitarristas. Quais faixas deste novo álbum você destacaria em termos de
estrutura, complexidade?

Michael:
Honestamente acho que todas têm ótima estruturas,
mesmo aquelas que soam mais simples. Se você ouvir rapidamente músicas como The
Bells Of The Seven Hells, Fallen To Pieces e Kill It, pode até pensar que são
fáceis, mas os tempos e riffs são intrincados e realmente desafiadores. A
velocidade é outra coisa que dificulta a execução de várias das faixas de
Gambling With The Devil. Tocá-las corretamente, e limpas, é complicado, e
ensaiamos muito para acertarmos tudo isso na turnê.

Quando vocês tiveram a idéia de convidar Biff Byford do
Saxon para fazer a narração da introdução Crack The Riddle?

Michael:
Nós havíamos pensado em duas possibilidades: a
primeira seria convidar o mesmo narrador que fez a introdução de Keeper Of The
Seven Keys – The Legacy. Porém, trata-se de um senhor que está lutando contra o
câncer. Sabemos das dificuldades pelas quais ele vem passando, e preferimos não
o incomodar. A segunda alternativa era Andi Deris narrar Crack The Riddle, mas
ele não queria, e nos disse que o negócio dele é cantar (risos). Além disso,
precisávamos de alguém que falasse inglês corretamente; não é o nosso caso
(risos). Charlie Bauerfeind trabalha com Biff Byford e lhe telefonou. Foi
difícil encontrarmos um horário em nossas agendas para as gravações, e por isso
ele aparece apenas narrando. Se tivéssemos mais tempo, certamente o
convidaríamos para participar de outra música.

Vocês, pelo visto, tiveram muito pouco tempo para trabalhar
no álbum. O processo foi de certa forma acelerado com vistas à turnê ao lado do
Gamma Ray?

Michael:
Sim, foi tudo um pouco corrido. Já tínhamos a turnê
agendada, e precisávamos finalizar o álbum antes dela. Para nossos agentes e
gravadora, isso é algo importante, pois evidentemente facilita o acerto de
show, e dá divulgação e exposição enormes para os lançamentos de Helloween e
Gamma Ray.

O que vocês perderiam caso não lançassem o álbum dentro do
que fora solicitado pela gravadora e por seus empresários?

Michael:
Perderíamos, por exemplo, os festivais europeus de
verão e, provavelmente, a chance de tocarmos na América Latina logo após os
discos serem lançados. Toda banda precisa levar esses aspectos em consideração,
especialmente um grupo como o Helloween que, atualmente, vive uma fase de
grande popularidade. Não gosto de trabalhar nessa correria, contudo, se nós
sentássemos e parássemos agora, deixaríamos excelentes oportunidades e uma
passagem especial da carreira da banda escorregar por entre nossos dedos.
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PostSubject: Re: Entrevista na Roadie Crew   Fri 11 Apr 2008 - 16:33

É uma oportunidade única.

Michael:
Exatamente, e nós seríamos burros de deixar isso
passar. Teríamos uma atitude de amadores, e tratamos o Helloween de forma
extremamente profissional. A partir do momento em que não afetamos nossa
música, está tudo bem. Gambling With The Devil é um grande disco que resultará
em uma turnê melhor ainda.

É o que esperamos. Bem, os problemas com Kai Hansen parecem
estar solucionados. De qualquer forma, você imaginaria que um dia entraria em
turnê com ele novamente?
Michael:
A gente sempre pensa em coisas que podem acontecer.
Quando ele saiu do helloween, disse que aquilo seria o melhor, e que nos
tornaríamos amigos novamente trabalhando distantes um do outro. Porém, passamos
muito tempo ocupados e afastados, e as discussões surgiram. Mal conversávamos.
Temos idéias diferentes sobre diversos assuntos, mas dentro de uma banda,
agimos de maneira similar. Centralizamos os serviços, gostamos de controlar
tudo. Duas pessoas assim dificilmente conseguem algo estando no mesmo lugar.
Viramos inimigos (risos). Superamos isso e hoje nos damos bem.

Você tem exata noção da importância dessa turnê
especialmente para os fãs do Helloween?

Michael:
Acho que tenho; sei que é muito especial para os
fãs. É importante para nós também, e não foi uma decisão fácil de tomar. Kai
teve essa idéia há muito tempo e cogitou a possibilidade de fazermos uma turnê
conjunta em uma conversa com Markus. Porém, nós estávamos relutantes,
principalmente eu, pois fiquei imaginando o que aconteceria caso brigássemos
novamente. Seria terrível para ambos. No entanto, aproximamo-nos ainda mais com
o passar dos anos, e agora tudo coincidiu. As duas bandas assinaram com a mesma
gravadora, e têm disponibilidade pra excursionarem juntas. É tempo de paz.


Helloween e Gamma Ray subiram ao palco juntos e tocaram
Future World e I Want Out nos primeiros show da turnê mundial ‘Hellish Rock
2007/2008’. Podemos esperar o mesmo para o Brasil?

Michael:
É claro. Helloween e Gamma Ray certamente tocarão
algumas músicas juntos aí no Brasil. Esse tem sido um momento especial das
apresentações. Quando fizemos isso em festivais no ano passado, as pessoas
enlouqueceram, e confirmaram que seria uma ótima idéia unirmos forças na
estrada. O público brasileiro pode esperar, pois serão as duas bandas no palco,
não apenas Kai Hansen. Achamos que ficaria chato para os outros integrantes se
apenas ele se apresentasse conosco.

O que você acha do novo álbum do Gamma Ray?

Michael:
O novo álbum deles está ótimo, e isso é muito bom
para a turnê. Realmente gostei das músicas e das idéias de Land Of The Free II.
Kai é um excelente músico; apenas não somos as pessoas certas para estarmos na
mesma banda (risos). Quando éramos companheiros no Helloween , sempre havia um
clima tenso. Agora ele segue bem com o Gamma Ray, e fico feliz por isso. Outro
trabalho de Kai que me agradou demais foi a participação especial em um dos
últimos discos do Angra.

Na música Temple of Hate do álbum Temple of Shadows. É o
penúltimo disco do Angra.

Michael:
Isso, esse mesmo. Kai Hansen tem uma performance
irretocável nessa música do Angra. Acho que é uma das melhores faixas do CD. Na
verdade, o álbum inteiro é brilhante. Aproveito a oportunidade para parabenizar
todos os membros da banda.

Eles certamente lerão isso. Agora , falando aos fãs do
Helloween... Quais seriam as expectativas da banda para os show no Brasil e a
sua mensagem final?

Michael:
O Helloween sabe exatamente o que recebe dos fãs no
Brasil, e é por isso que voltamos frequentemente para o seu país. Estamos
ansiosos para rodar o mundo com essa nova turnê. Visitaremos lugares aonde
nunca tocamos, e retornaremos a terras que amamos, como as brasileiras. Tenham
a certeza de que daremos tudo de nós, e faremos grandes espetáculos ao lado do
Gamma Ray em homenagem àqueles que tanto aguardam por esse nosso reencontro com Kai Hansen. Não
é uma reunião, mas estaremos juntos no palco.
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PostSubject: Re: Entrevista na Roadie Crew   Fri 11 Apr 2008 - 16:35

perfeito.. =P acabei de ler na comu do helloween [ broba velha rs ]

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PostSubject: Re: Entrevista na Roadie Crew   Fri 11 Apr 2008 - 17:09

aaah, como eu adoro o Weiki!
Vou tatuar ele na panturrilha, fumando um cigarro e com um balãozinho dizendo "Desgraça!"

aushauhhas x]

enfim... ótima entrevista!
E eu não sabia que o contanto durante a produção do GWTD tinha sido por skype... o que significa que o Andi tem... rá! Twisted Evil
Weiki... vocês são os melhores, sim!
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PostSubject: Re: Entrevista na Roadie Crew   Fri 11 Apr 2008 - 17:26

Barbara Deris wrote:
aaah, como eu adoro o Weiki!

E eu não sabia que o contanto durante a produção do GWTD tinha sido por skype... o que significa que o Andi tem... rá! Twisted Evil


eu já sabia =P
tem uma matéria que tem eles falando sobre isto
faz tempo já rsrs..

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PostSubject: Re: Entrevista na Roadie Crew   Fri 11 Apr 2008 - 17:38

só naun gostei d aparte q ele elogia o angra !!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

eu naun poderia deixar de falar isso !!! Twisted Evil
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PostSubject: Re: Entrevista na Roadie Crew   Fri 11 Apr 2008 - 18:11

mas o tample of shadows é bom rsrs
e a participação do kai fodona rsrs
no show então rss

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PostSubject: Re: Entrevista na Roadie Crew   Fri 11 Apr 2008 - 18:13

Credo!
Pra mim ultimo álbum digno do nome ANGRA, se chama Fireworks!
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PostSubject: Re: Entrevista na Roadie Crew   Fri 11 Apr 2008 - 20:28

Muito obrigado de novo, Carol...
Canseira digitar isso tudo, hein? ehehee

Mas valeu a pena, o Weiki é foda...

Me surpreendeu a postura dele dizendo que o Helloween tem que se fortalecer como uma banda de heavy metal, além de uma banda de rock.

Reza a lenda que ele disse a Kai Hansen:


Quote :
Até quando você só vai pensar nessa merda de heavy metal? Deveríamos nos mirar mais no que os Beatles fizeram.


E, ah! Weikath e Hansen se amam, mas são turrões o bastante pra não admitir isso ehehehe
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PostSubject: Re: Entrevista na Roadie Crew   Fri 11 Apr 2008 - 21:06

por mim o ultimo album bom do Angra é...não sei nunca ouvi um album inteiro deles..huhu...mas realmente fodona essa entrevista....ee que na junção Gamma Helloween aki no Brasil eles toquem Starlight e How Many Tears...aaa eu morro...*.*
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PostSubject: Re: Entrevista na Roadie Crew   Fri 11 Apr 2008 - 21:41

"O instintivo, frequentemente, rende melhor
que o minucioso."

E ele ainda é filosofo!
Realmente um gênio!

Ba, você tatua numa canela e eu na outra Razz
Só que na minha ele vai dizer: "quem tem fogo?"
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PostSubject: Re: Entrevista na Roadie Crew   Fri 11 Apr 2008 - 21:43

vo tatua o Weiki na canela pedindo msn de Groupie coxuda... geek
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PostSubject: Re: Entrevista na Roadie Crew   Fri 11 Apr 2008 - 23:37

Ótima entrevista. Weiki parece ser um cara bem ponderado em tudo o que fala.
Faltou falar sobre a campanha do set list, né? rs

Mas, o "Temple Of Shadows" é um excelente disco. Um dos melhores da banda. Mesmo não agradando um outro músico, concordo com ele, o disco é brilhante. A participação do Milton Nascimento então é um dos maiores momentos do metal nacional, na minha opinião.
Este realmente é um disco que eu gosto dos caras! rsrs
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PostSubject: Re: Entrevista na Roadie Crew   Sun 13 Apr 2008 - 4:29

Orra! Foda a entrevista!
O Weiki é fodão msm.
Vou destacar uns trechos. ^^

__________


"Há material que não foi lançado no CD, e que ainda pode ser
aproveitado se desenvolvido com cuidado e atenção."

Ah! Alguém lembra quantas canções eles anunciaram quando estavam produzindo o GWTD? Eram 15 contando com a Intro ou não?




"Um foi a dualidade do ser humano e da sociedade da qual
falamos em Occasion Avenue."

"We bear the fire
We bear the light
We ring the bells of the seven hells"


Tbm na Hey Lord!



"O Helloween é Heavy! Escrever músicas acessíveis de vez em quando, como Mrs. God, tudo bem, mas este é o limite em termos comerciais."

Bom saber que ela pensa assim! ^^




Somos uma banda de Heavy Metal. Podemos não ser os melhores. Há guitarristas que me superam. Tudo bem. O importante, no final das contas, pelo menos pra mim, é fazermos um som pesado, além do Rock.

Modesto! ^^ Se são ou não, não importa. Importa msm é o que os fãs pensam. =D




Charlie Bauerfeind trabalha com Biff Byford e lhe telefonou. Foi difícil encontrarmos um horário em nossas agendas para as gravações, e por isso ele aparece apenas narrando. Se tivéssemos mais tempo, certamente o
convidaríamos para participar de outra música.

Em qual das faixas o Biff cantaria, hein? Fiquei curioso...




Kai Hansen tem uma performance irretocável nessa música do Angra. Acho que é uma das melhores faixas do CD. Na verdade, o álbum inteiro é brilhante. Aproveito a oportunidade para parabenizar todos os membros da banda.

Isso é muito bom. Dá um certo orgulho pelo fato do Angra ser do Brasil. ^^
Por mais que hoje a banda não esteja bem musicalmente, mas Angra já faz parte do cenário histórico do Power Metal. *.*
E o Temple Of Shadows é muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito bom. Excelente.
As participações são fodas: Hansen, Kürsch, Milton Nascimento...
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PostSubject: Re: Entrevista na Roadie Crew   Sun 13 Apr 2008 - 5:42

Kelcio...até onde me lembro eles falaram q tinham 17 músicas pré-selecionadas pro GWTD
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PostSubject: Re: Entrevista na Roadie Crew   Sun 13 Apr 2008 - 14:00

Kelcius wrote:


Ah! Alguém lembra quantas canções eles anunciaram quando estavam produzindo o GWTD? Eram 15 contando com a Intro ou não?



•16 canções, sem contar com a Intro.


Em qual das faixas o Biff cantaria, hein? Fiquei curioso...

•Cara, algo me diz que ele faria uma participação em The Bells!
Eu sempre imagino Biff cantando ela!
Imaginem Andi e ele, com suas vozes agressivas cantando juntos aquele "Don't Drink It!"

*-*
Eu morreria!



Isso é muito bom. Dá um certo orgulho pelo fato do Angra ser do Brasil. ^^
Por mais que hoje a banda não esteja bem musicalmente, mas Angra já faz parte do cenário histórico do Power Metal. *.*



•Verdade, Kélcio!
Mas, tudo isso acabou em 99! haha.
Fato, fato!
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PostSubject: Re: Entrevista na Roadie Crew   Sun 13 Apr 2008 - 14:10

poxa o Biff cantando the Bells seria foda *.*

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PostSubject: Re: Entrevista na Roadie Crew   Sun 13 Apr 2008 - 19:06

Barbara Deris wrote:


•16 canções, sem contar com a Intro.


Oba! ^^

Mas seriam 16 canções compostas ou 16 canções gravadas?
Vamos pensar que eles gravaram 16...
No Gambling "normal" lançaram 11 (tirando a Crack The Riddle) + 3 B-sides (We Unite, Find My Freedom e See The Night) = 14
Cool
Entãããão... no próximo single podemos esperar mais inéditas? 🐰

Barbara Deris wrote:


•Cara, algo me diz que ele faria uma participação em The Bells!
Eu sempre imagino Biff cantando ela!
Imaginem Andi e ele, com suas vozes agressivas cantando juntos aquele "Don't Drink It!"

*-*
Eu morreria!



Orra! É msm... Não tinha pensado na The Bells...
À princípio, eu tinha pensado na Kill It, mas realmente, The Bells seria a mais provável. Pena não ter
tido tempo pra isso...
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PostSubject: Re: Entrevista na Roadie Crew   Mon 14 Apr 2008 - 1:24

os dois cantando The Bells...ficaria muito..mas muito foda mesmo...ou então cantando IME..
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PostSubject: Re: Entrevista na Roadie Crew   Mon 14 Apr 2008 - 12:06

o Biff cantando qualquer uma menos a as long as i fall ficaria foda =D

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PostSubject: Re: Entrevista na Roadie Crew   Mon 14 Apr 2008 - 21:01

Q BIF Q NADA ..O DERIS TA ARREPIANDO EM TODAS !!!

TALVEZ UMA PEQUENA PARTICIPAÇAO NA THE BELLS SERIA MESMO INTERESSANTE ..NADA MAIS Q ISSO !!!
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PostSubject: Re: Entrevista na Roadie Crew   Tue 15 Apr 2008 - 11:01

mas ainda acho que no próximo CD tinham que chamar o Lemmy pra uma participação....*.*
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PostSubject: Re: Entrevista na Roadie Crew   Tue 15 Apr 2008 - 16:32

Concordo plenamente com o Nirva!
Aah, vai Ká! Ficaria foda o Biff e o Andi cantando The Bells!
Claro que o Andi dá conta, e MUITO bem, do recado, sozinho. Mas, que ficaria fudido, ficaria!
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PostSubject: Re: Entrevista na Roadie Crew   Tue 15 Apr 2008 - 17:41

lemmy .. nunca .. pelo amor de meus futuros filinhos rsrs


" falando em biff, deris e lemmy ta me lembrando o ultimo clipe do saxon que tem participação do deris e do lemmy rsrs " muito soda

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PostSubject: Re: Entrevista na Roadie Crew   Sat 26 Apr 2008 - 18:52

Muito legal essa entrevista!
Parabés pela paciência de ter digitado tudo isso, Carol! Wink


Rod, em qual clipe do Saxon que aparece o Deris e o Lemmy???
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