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 Entrevista: Rock Brigade (1997)

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PostSubject: Entrevista: Rock Brigade (1997)   Thu 5 Jun 2008 - 18:50

O DESABAFO BEM HUMORADO DE ANDI DERIS

Por - Fernando Souza Filho

Na grande virada que o heavy metal deu no ano passado, os maiores beneficiados foram os grupos veteranos do estilo. Sempre que o assunto é heavy melódico, dificilmente o HelloweeN não é citado. O conjunto atravessou os anos 80 como uma das bandas mais queridas da Alemanha, passou por problemas gravíssimos e chegou aos 90's reformulada, de fôlego novo e lançando seu tão esperado álbum duplo ao vivo, High Live.

Entre os problemas internos, a maior tarefa do HelloweeN foi, sem sombra de dúvida, arrumar um substituto para o vocalista Michael Kiske. Veio Andi Deris, que demonstrava grande potencial no conjunto Pink Crem 69. Apesar de ser bem mais na linha hard rock, Andi convenceu por seu talento, por não tentar imitar Kiske e por seu carisma incrível junto ao público.

E é justamente com Andi Deris que fomos conversar em meados de janeiro. Não foi exatamente uma entrevista fácil de ser arrumada, pois a banda estava de férias e não tinha a menor intenção de trabalhar atendendo à imprensa após o ano novo. Mas, Andi fez uma exceção para a Brigade a pedido de seu empresário, que além de velho amigo da redação, é também o homem que cuida dos negócios do Iron Maiden. E valeu a pena, pois Andi falou do "novo" HelloweeN, de seu projeto paralelo e do futuro do grupo. E nossos agradecimentos sinceros, ao velho empresário, pela força.


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PostSubject: Re: Entrevista: Rock Brigade (1997)   Thu 5 Jun 2008 - 18:51

ROCK BRIGADE - Um ano depois do lançamento de The Time Of The Oath, o HelloweeN pode finalmente dizer que voltou ao topo?

ANDI DERIS - A primeira coisa que percebemos é que esse álbum teve uma repercussão muito maior do que Master Of The Rings, o disco anterior, pois vendeu cerca de 300 mil cópias a mais. Acho que, de certa forma, isso demonstra que as pessoas gostaram mais de The Time Of The Oath.

RB - Talvez o segredo do sucesso tenha sido essa 'volta as raízes' que vocês promoveram com esse CD, não acha?

DERIS - Sem dúvida nenhuma, pois desde que eu entrei na banda, a minha intenção sempre foi fazer o HelloweeN voltar a fazer o que fazia antes. Eu simplesmente adoro a primera fase da carreira do HelloweeN, era tudo absolutamente fantástico. Acho que funcionou.

RB - Pelo jeito, os fãs da banda estavam esperando por uma 'volta as raízes' há muito tempo...

DERIS - Para ser absolutamente sincero com você, muitos fãs do HelloweeN, gostam das fases Walls Of Jericho e Keeper Of The Seven Keys. E obviamente ficaram muito decepcionados com Chamaleon, que é um disco pop demais. Eu próprio reconheço que ficaria desapontado se minha banda favorita mudasse tanto assim.

RB - Você acha Chamaleon um disco tão ruim assim?

DERIS - Na verdade, não é um álbum ruim, mas, simplesmente não é HelloweeN.

RB - Com High Live, vocês finalmente lançaram o tão esperado duplo ao vivo. Após tanta expectativa, você ficou completamente satisfeito com ele?


DERIS - Deixe-me colocar desta forma: eu ouço esse disco todo dia e ainda gosto dele. Normalmente, após algumas semanas que um CD está nas lojas, você começa a ver um monte de defeitos, começa a se lamentar por coisas que queria ter feito e por outras que não deveria ter feito. Só que esse álbum é ao vivo, não dá pra levar a gravação para um estúdio e refazer tudo. É claro que, se eu pudesse, iria para um estúdio refazer muitas partes da gravação que não me satisfizeram. Porém, se fizéssemos isso, estaríamos mentindo para os fãs. E jamais os trairíamos assim.


Last edited by Barbara Deris on Fri 6 Jun 2008 - 12:32; edited 2 times in total
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PostSubject: Re: Entrevista: Rock Brigade (1997)   Thu 5 Jun 2008 - 18:52

RB - Você está levando a cabo um projeto paralelo ao HelloweeN. A quantas anda esse projeto?

DERIS - Antes de entrar no HelloweeN, eu cantava no Pink Cream 69, que fazia um som bem hard rock. Eu aproveitei um pouco daquele pique e fiz algo mais pesado e mais moderno. É algo mais cru, sem gravações extremamento polidas e coisas desse tipo.

RB - Há planos para lançar um disco ainda este ano?

DERIS -
Creio que, no início de abril, o álbum vai estar saindo no Japão e, algumas semanas mais tarde, estará nas lojas da Europa e, possivelmente, da América do Sul.

RB - Como você encontrou tempo para compor, ensaiar e gravar com seu projeto paralelo, uma vez que o HelloweeN ocupa todo seu tempo?


DERIS - Não foi muito dificil, pois tenho meu próprio estúdio com todos os equipamentos e computadores necessários. Nós fizemos uma turnê de cerca de 8 meses em 96, por isso, não havia tempo para nada. Só que, depois da tour, tiramos umas férias, sobrando tempo para trabalhar nesse projeto.

RB - Vocês conseguiram passar o Natal e o Reveillon com a família?


DERIS - Sim, só que continuei trabalhando! [risos] Eu precisava terminar de gravar esse projeto solo e estou aproveitando esta folga para isso.

RB - Você tem intenção de sair em turnê com esse projeto paralelo?

DERIS -
Se o público gostar do disco, certamente valerá a pena agendar alguns shows. Caso contrário, nem arriscaremos fazer uma tour. Da nossa parte, no entanto, estamos prontos para cair na estrada.

RB - O disco já tem título?

DERIS - Sim, deve ser Come In From The Rain.


Last edited by Barbara Deris on Thu 5 Jun 2008 - 18:59; edited 1 time in total
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PostSubject: Re: Entrevista: Rock Brigade (1997)   Thu 5 Jun 2008 - 18:53

RB - O HelloweeN também já tem material novo composto?

DERIS -
Toneladas! [risos] Quando eu dei uma parada pra compor, muitas idéias apareceram e, evidentemente, a gente separa imediatamente o que tem a "cara" do HelloweeN e o que deve ser usado em um projeto paralelo. A gente já deve ter umas sete músicas quase prontas.

RB - Quando a banda deve começar a gravar esse novo disco?


DERIS - Vamos começar no final de agosto e pretendemos terminar até meados de setembro. O lançamento deve rolar até o final deste ano.

RB - Já escolheram um título?

DERIS - Ainda não decidimos nada. Se eu dissesse algum título pra você agora, nós poderíamos mudar de idéia, e seus leitores diriam que vocês são mentirosos! [risos]

RB - Já que a fórmula deu certo, esse novo trabalho vai vir na mesma linha do The Time Of The Oath?

DERIS - Sim, só que um pouco mais pesado. Será algo mais fote, com mais 'punch'.

RB -Vocês utilizaram equipamentos antigos para gravar aquele disco, o que resultou num som mais sujo, mais heavy metal. Vocês pretendem usar o mesmo tipo de equipamento para o novo álbum?

DERIS - Certamente que sim. Usamos alguns equipamentos dos anos 60 que deram um novo som para a distorção, algo com muito mais 'punch'. O resultado nos satisfez completamente e pretendemos continuar usando esse equipamento.

RB - O HelloweeN é uma banda adorada na Europa, Ásia e América do Sul. Por que a banda nunca obteve muita popularidade nos EUA?

DERIS - Acho que porque só começamos a ter uma boa divulgação nos EUA, com os álbuns Pink Bubbles Go Ape e Chamaleon, ou seja, os americanos nos conheceram numa fase meio ruim. Chegamos a passar três anos sem atender a imprensa e isso aconteceu justamente quando estávamos sendo lançados nos EUA. Se não estavámos na mídia, é óbvio que o público iria nos esquecer rápido. Foi o que aconteceu. Agora, estamos tentando recuperar aos poucos esse espaço. The Time Of The Oath, por exemplo, chegou numa posição boa nas paradas americanas. Não é um fenômeno de vendas, mas está indo muito bem, especialmente porque já faz um ano que ele foi lançado.


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PostSubject: Re: Entrevista: Rock Brigade (1997)   Thu 5 Jun 2008 - 18:54

RB - O fato de vocês nunca terem tocado nos EUA também contribuiu para isso?

DERIS - Sem dúvida. Por isso, já planejamos tudo para que a próxima tour tenha vários shows nos EUA, pois sabemos que, com isso, venderemos muitos discos por lá.

RB - O mercado musical americano, é caracterizado pelas oscilações da moda. O HelloweeN conseguirá vencer essa barreira?

DERIS - O HelloweeN tem um estilo que não se adpta às modas. Tenho certeza que, quando tocarmos nos EUA, iremos atrair tanto fãs de heavy metal quanto esse público que só segue modas, pois nossa intenção é abranger todo mundo. O HelloweeN nunca foi uma banda da moda, mas é algo diferente que sei que atrairá os americanos. Antes de entrar no HelloweeN, eu via a banda como algo diferente, com personalidade, que jamais se entregaria às modas para fazer sucesso. Sei que os fãs ainda têm essa visão e eu quero muito preservá-la.

RB - O HelloweeN teve problemas com as gravadoras Noise e EMI e agora parece estar tendo problemas também com a Castle. É dificil para vocês trabalharam com eles ou é o contrário?

DERIS - [longa pausa] É uma questão de territórios. Veja bem, uma gravadora pode fazer um ótimo trabalho no Japão, por exemplo, mas, sua filial nos EUA pode ser péssima. A gente nunca pode controlar essas coisas, pois variam muito de um lugar para outro. Basta algum chefão de alguma filial não gostar da música de uma banda que ele certamente não vai se esforçar para que o grupo dê certo naquele país. Creio que não exista alguma gravadora que seja 100% boa em todos os países em que atua. São muitos países e muita gente trabalhando em vários níveis. É impossível controlar isso.

RB - Vocês estão satisfeitos com o trabalho de sua atual gravadora, a Castle Communication?

DERIS -
[pausa] A Castle é uma boa gravadora. Há mais países em que eles estão trabalhando bem do que aqueles em que sua atuação não é satisfatória.

RB - Então os boatos de que vocês estariam deixando a Castle são infundandos?

DERIS -
São. O máximo que pode acontecer é deixarmos de trabalhar com alguma filial da Castle, como a brasileira, por exemplo.

RB -
Vocês não estão satisfeitos com o trabalho da Castle do Brasil?


DERIS - Quando estivemos aí, em 96, conversamos com muita gente em São Paulo e no Rio sobre o assunto. Os fãs, por exemplo, vinham sempre nos dizer que não conseguiam achar os CDs do HelloweeN no país, pois a gravadora importava uma pequena quantidade para distribuir no mercado. Queremos encontrar uma gravadora que realmente lance os CDs no Brasil, pois não adianta importar uma pequena quantidade e deixar milhares de fãs sem ter como comprar o CD. A América do Sul é um mercado muito grande para nós, não podemos nos arriscar a perdê-los dessa forma. Não creio que iremos continuar trabalhando com a Castle do Brasil.


Last edited by Barbara Deris on Thu 5 Jun 2008 - 19:03; edited 1 time in total
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PostSubject: Re: Entrevista: Rock Brigade (1997)   Thu 5 Jun 2008 - 18:55

RB - Há alguns anos, quando se falava em heavy metal melódico, a primeira coisa que vinha à mente era o cenário alemão. Hoje em dia, a Escandinávia está se tornando um grande centro irradiador desse estilo, com bandas como Morgana Lefay, Memento Mori, Stratovarius, etc. Como você vê este cenário emergente?

DERIS - Temos muito contanto com os países escandinavos, pois nosso produtor, Tommy Hansen, é daquela região. Conheço muitas boas bandas escandinavas de heavy melódico, muitas delas até com alguma influência de HelloweeN.

RB - Há algum grupo em particular que você considera promissor?


DERIS - Existe uma banda nova muito boa, uma das melhores que já ouvi. É um quinteto de Copenhaguem [Dinamarca]. Só que eles estão assinando seu primeiro contrato agora e vão mudar o nome, por isso, prefiro nem dizer quem são. Na próxima entrevista que você fizer comigo, eu te digo o nome dela [risos].

RB - Não têm aparecido muitos nomes no heavy alemão ultimamente. Como está o cenário heavy aí?

DERIS - Dormindo [risos]! De fato, a coisa não vai muito bem. O mercado musical alemão, atualmente, está completamente voltado para essas porcarias de techno e dance music. Espero que isso só esteja acontecendo na Alemanha.

RB - Aparentemente sim, pois o heavy cresceu muito no ano passando em lugares como Japão, América do Sul e parte da Europa. Você não vê aí uma possibilidade disso se tornar uma moda como foi o punk rock californiano, o rock alternativo e o grunge?

DERIS -
Quer saber a verdade? Eu espero que sim! Vai ser muito engraçado ver as pessoas dizendo que o HelloweeN está fazendo o som da moda, quando na verdade, fazemos isso há bem mais de uma década. Na verdade, nós não daríamos a mínima se dissessem que o HelloweeN havia se tornando "moda". Acho até que haveria muitos pontos benéficos, como mais tours, shows maiores, melhor organização, etc.

RB - As pessoas ainda comparam muito você a Michael Kiske. Como você lida com essa comparação?

DERIS - Michael Kiske é um vocalista excepcional e todo mundo sabe disso. Ele colocava todo seu coração quando cantava e os resultados eram fantásticos. Por isso, não é nada fácil cantar as músicas que ele cantava. Eu não tenho a menor pretensão de cantar igual a ele. Tenho meu próprio estilo, não posso viver à sombra de outra pessoa. Eu procuro adaptar as músicas antigas do HelloweeN sem desfigurá-las, enquanto nas novas eu posso
fazer a coisa do meu jeito. Por isso, asssim como há muita gente que prefere o HelloweeN com a voz de Kiske, tem muita gente que prefere o meu estilo, que é um pouco mais agressivo. É tudo uma questão de gosto e ninguém pode mudar o gosto de outra pessoa. Além disso, vendemos hoje pelo mundo, mais discos do que os dois KOTSK venderam juntos, portanto, acredito que os fãs estão satisfeitos com meu trabalho.


Last edited by Barbara Deris on Thu 5 Jun 2008 - 19:05; edited 1 time in total
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PostSubject: Re: Entrevista: Rock Brigade (1997)   Thu 5 Jun 2008 - 18:55

RB - A carreira do HelloweeN sempre se caracterizou por muitos problemas, com a saída de Hansen, os conflitos religiosos com Kiske, o suicídio de Ingo, as brigas com as gravadoras, etc. Como a banda buscou forças para superar tudo isso e continuar em frente, mesmo quando tudo parecia perdido?

DERIS - [rindo] Simples: somos alemães! A vida aqui é muito problemática. E pior ainda para nós, pois ser músico não é considerado profissão na Alemanha. Se você mora na Inglaterra e alguém pergunta: "Em que você trabalha?", você pode responder "Sou músico" sem problemas. Isso não ocorre na Alemanha, onde ser músico é sinônimo de ser sonhador, de estar fora da realidade. A filosofia do alemão médio é: "Viver para trabalhar", e a minha é "Trabalhar para viver". Quando um alemão decide ser músico, ele tem que estar preparado para uma vida cheia de dificuldades e barreiras. Para nós, é até bem natural superar aqueles problemas todos para manter o HelloweeN vivo.

RB - Você tem algum outro trabalho que não seja a banda?

DERIS - Não. Há certa de seis anos, quando o Pink Crem 69 começou a fazer sucesso, eu passei a me dedicar 100% à música.

RB - O HelloweeN tocou pela primeira vez no Brasil em 96. Que lembranças você levou do país?

DERIS - [empolgadíssimo] As melhores possíveis! Eu já havia estado no Brasil há cerca de cinco anos, quando estive de férias em Recife para visitar um amigo meu que mora lá. Fiz muitos passeios e conheci um pouquinho do país. Só que, em 96, quando fui para tocar, a experiência foi simplesmente inacreditável. Tivemos contato de perto com os fãs, músicos e muita gente legal que gosta e conhece muito de rock. Eu tenho muitos amigos espanhóis, italianos e portugueses, mas os brasileiros são as pessoas mais acolhedoras que já conheci. Além disso, é engraçado como os brasileiros têm orgulho de suas raízes. É algo que me fascinou imensamente, pois você não encontra mais isso em outros países.

RB - No festival Philips Monters Of Rock, vocês tocaram antes da banda brasileira Raimundos. Em outras palavras, vocês não tiveram 100% do som nem das luzes que normalmente fazem parte de seu show. Muitos fãs do HelloweeN escreveram para a Rock Brigade, reclamando desse fato, pois era a primeira vez que o grupo tocava no Brasil, enquanto o Raimundos se apresenta aqui toda semana. Como a banda encarou esse episódio?

DERIS - É uma grande honra para nós saber que os fãs se preocupam em escrever para vocês reclamando disso. Por outro lado, queremos nos desculpar com os brasileiros, pois era a primeira vez que tocávamos no país e não tínhamos a menor idéia da quantidade de fãs do HelloweeN no país. Após os shows, ficamos muito orgulhosos de nossos fãs no Brasil. Não estoudizendo isso só pra fazer média com os brasileiros, mas, ficamos falando desses shows por vários dias depois que voltamos para casa. Por tudo isso, não queremos reclamar de nada que diga respeito a nossa viagem ao Brasil.





- Créditos
- Barbara Wink
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PostSubject: Re: Entrevista: Rock Brigade (1997)   Thu 5 Jun 2008 - 21:49

VALEWWWWWWWWWWWWWWWW BAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH..

simplesmente FODA essa entrevista...pelo visto ser músico na alemanha é a mesma coisa que ser músico aki...e o carinho que ja demonstrava pelo Brasil mesmo sem tantos shows aki e etc...simplesmente foda!
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PostSubject: Re: Entrevista: Rock Brigade (1997)   Sun 15 Jun 2008 - 1:10

Q massa! Eu tenho essa revista e lembro da epoca em q ela foi lançada!

Acho legal reler essas entrevistas e matérias mais antigas...

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Kelcius

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PostSubject: Re: Entrevista: Rock Brigade (1997)   Mon 16 Jun 2008 - 0:25

Putz! So fui ver esse tópico agora. Aff

Justo na hora que preciso ir dormir! :/

Vou ver se amanhã eu consigo ler. ^^

Thank you Barbara! You rocks.
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PostSubject: Re: Entrevista: Rock Brigade (1997)   Mon 16 Jun 2008 - 12:57

Leia Kelcio....leia pq é simplesmente FODA
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PostSubject: Re: Entrevista: Rock Brigade (1997)   Sat 5 Jul 2008 - 17:04

Leia Kelcio....leia pq é simplesmente FODA [2]

Carisma, espiritualidade, diplomacia e realidade.
Só Andi Deris! JUST!
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PostSubject: Re: Entrevista: Rock Brigade (1997)   Sat 5 Jul 2008 - 18:40

Sensacional...

Agora eu tive certeza de que não ouvi errado em Recife... Lá na hora do show eu tive certeza que ele disse que passou férias em PE "seventeen years ago" e o pessoal da excursão me "corrigiu" falando que ele disse na verdade "seven years ago".

Ou seja, ele visitou Recife em 1991 ehehehehheh
Então, atualmente é a primeira e a última cidade do Brasil em que o Andi esteve lol!


A entrevista é fenomenal, o Andi Deris de 1997 é o mesmo de 2008, dá pra ver pelas respostas, a preocupação com os fãs, as comparações com Michael Kiske e a honra que ele sente de fazer parte e ter "reerguido" o Helloween Smile
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PostSubject: Re: Entrevista: Rock Brigade (1997)   Sat 5 Jul 2008 - 22:50

sim num lembro onde eu tinha ouvido ele falar q esteve no recife...acho que foi num video do youtube sei la...
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PostSubject: Re: Entrevista: Rock Brigade (1997)   Sun 13 Jul 2008 - 21:36

Eu li! \o/

Engraçado que eu li faz algum tempo.

Só não postei. o.O

Mas a entrevista é muito boa.

Têm aspectos diferentes nela em relação às entrevistas atuais.
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PostSubject: Re: Entrevista: Rock Brigade (1997)   Tue 15 Jul 2008 - 0:26

sim 11 anos de diferença?
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PostSubject: Re: Entrevista: Rock Brigade (1997)   Mon 21 Jul 2008 - 0:18

Não só os anos, mas outras coisas tbm que outro dia eu destaco aqui.

Agora eu tô com preguiça! xD

A entrevista é muito boa. ^^
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PostSubject: Re: Entrevista: Rock Brigade (1997)   Mon 21 Jul 2008 - 1:02

isso vai ser igual o video de the bells uma novela?
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PostSubject: Re: Entrevista: Rock Brigade (1997)   Mon 11 Jan 2010 - 13:50

Quote :
DERIS - [rindo]
Simples: somos alemães! A vida aqui é muito problemática. E pior ainda
para nós, pois ser músico não é considerado profissão na Alemanha. Se
você mora na Inglaterra e alguém pergunta: "Em que você trabalha?",
você pode responder "Sou músico" sem problemas. Isso não ocorre na
Alemanha, onde ser músico é sinônimo de ser sonhador, de estar fora da
realidade. A filosofia do alemão médio é: "Viver para trabalhar", e a
minha é "Trabalhar para viver". Quando um alemão decide ser músico, ele
tem que estar preparado para uma vida cheia de dificuldades e
barreiras. Para nós, é até bem natural superar aqueles problemas todos
para manter o HelloweeN vivo.

Bem parecido com o que acontece no Brasil! hehe aqui ninguém acredita nos músicos tbm, principalmente de Heavy Metal!
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PostSubject: Re: Entrevista: Rock Brigade (1997)   Mon 11 Jan 2010 - 16:17

Acreditar em músicos? Eu que sei disso.

Se for mulher, não importa de que gênero musical, é tudo china. (Consideram assim)

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PostSubject: Re: Entrevista: Rock Brigade (1997)   Mon 11 Jan 2010 - 16:23

é foda =/
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PostSubject: Re: Entrevista: Rock Brigade (1997)   Tue 12 Jan 2010 - 11:10

Acho que o Andi relatou exatamente o que acontece em qualquer país, não importa. Se tu escolher uma profissão relacionada a artes tu vai sofrer muito preconceito.

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PostSubject: Re: Entrevista: Rock Brigade (1997)   Thu 14 Jan 2010 - 22:36

menos na suécia e na finlândia, lá os músicos são bastante apoiados e incentivados.
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PostSubject: Re: Entrevista: Rock Brigade (1997)   Fri 15 Jan 2010 - 8:48

Ah... mesmo assim!!!

Por mais q um país possa incentivar mais um artista, ainda assim a sociedade nao vai! Para as pessoas, ser musico, artista eh quase sinonimo de vagabundo (mesmo q vc tenha feito uma faculdade de musica).

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PostSubject: Re: Entrevista: Rock Brigade (1997)   Fri 15 Jan 2010 - 9:22

Vagabundo é pouco. Tu pode ter apoio cultural, mas sempre será discriminado. Não importa tu pode ser doutorado em música. Mas as pessoas ainda acham que isso não é profissão.

´Eum pensamento primitivo, mas que a maioria não luta para mudar.

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